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Coisas que...

Coisas que...

03
Set23

[Desafiam] Book Bingo para 2023 - Atualização #2

Esperava já ir mais avançada nesta coisa do Book Bingo, uma vez que passei a dispor de mais tempo e estive umas semanas de férias, mas a verdade é que os livros, como já tinha dito na atualização anterior, têm um efeito soporífero e só os audiolivros têm permitido que avance alguma coisa nas leituras. Mesmo assim, a coisa não está mal e, apesar de ainda não ter feito nenhuma linha, planeando melhor algumas leituras acho que as consigo fechar...

2023bookbingo-02.png

 

Clássico

Ok, talvez a Ilíada não tenha sido a melhor opção de leitura em papel se queria manter-me acordada, mas tinha de continuar com as leituras relacionadas com a Grécia Antiga, outro desafio a que me propus durante este ano.

A história em si é bastante conhecida, conta da raiva de Aquiles e de como este se recusa a lutar, e as consequências de tal ato. Contudo, apesar de Aquiles se manter fora da ação, a história aqui contada foca-se sobretudo nas batalhas e na enumeração de todos os heróis (e mais alguns) que lutaram, pereceram e sobreviveram durante aqueles dias, o que leva o livro a tornar-se repetitivo e aborrecido. No entanto, parece-me que é fácil perceber que de facto seria um texto oral, exatamente por causa das repetições, e imagino que a ênfase dada à descrição das batalhas quando contadas oralmente tivesse um outro impacto e ritmo.

Imagino também que a maior parte das personagens enumeradas fossem conhecidas à época, ou pelo menos a sua ascendência, mas são muitas e algumas só estão em uma linha ou duas, pelo que pouco desenvolvimento das personagens existe, mesmo dos que melhor conheço ou que mais vezes aparecem.

Com tudo isto não quero dizer que seja mau ou que não vale a pena ler. Muito pelo contrário, acho incrível como um pedaço de literatura como esta chegou até aos dias de hoje, e só por isso vale a pena. Acho também interessante dizer-se que trata da história de Aquiles, apesar de ele estar pouco presente. Já sabia que assim seria, mas mesmo assim não pensei que ele estivesse tão ausente. Quase mais parece a história de Heitor, na verdade, do que da de Aquiles. Mas o que gostei mesmo foi da intromissão e das pequenas guerras entre os deuses. Agora quero um livro só do ponto de vista dos deuses!

 

De ou sobre história

Por aqui comentei em como andava a ouvir podcasts, e como estava viciada no podcast do historiador Dan Jones This is History: A Dynasty to Die For. Pois, quando me interesso por alguma coisa é fácil cair numa espiral e ficar obcecada com um tema (ou mais, veja-se o exemplo que me levou a ler a Ilíada), e lá fui eu ouvir novamente o Dan Jones sobre os Plantagenetas.

The Plantagenets: The Kings Who Made England foi a minha nova incursão pelo mundo dos audiolivros e que me levou a encontrar um novo espaço para a leitura no meu dia-a-dia. Tendo ouvido o podcast, os primeiros capítulos são bastante semelhantes, ainda que com menos humor, e talvez não tão aprofundados, pelo menos pareceu-me que alguns temas e eventos foram abordados de forma um pouco mais extensa no podcast. No entanto, o livro debruça-se sobre toda a dinastia, portanto do Henrique II ao Ricardo II, enquanto que o podcast é capaz de ficar-se por três temporadas e acabar com o reinado do João Sem-Terra e a Magna Carta.

Para quem queira conhecer Inglaterra antes da Guerra das Rosas e dos Tudors, parece-me uma boa aposta.

 

Escolhido ao calhas

Como disse, quando me interesso por um tema posso ficar um pouco obcecada e, depois de acabar o audiolivro dos Plantagenetas, pensei em pegar nas peças do Shakespeare ou continuar com livros sobre a Guerra das Rosas. Infelizmente, o livro de Dan Jones sobre a Guerra das Rosas não estava disponível na Audible (sim, mais uma vez tive de me render ao império do Jeff Bezos) e não me apetecia voltar a reler a peça do Ricardo II, preferia antes ver a série The Hollow Crown mas não a encontro disponível em plataformas de streaming.

Ora, andava a navegar quando percebo que com o plano de subscrição que assinei podia ouvir o Ciclo Pendragon de Stephen R. Lawhead. Sendo que a lenda do rei Artur se foi desenvolvendo na época dos Plantagenetas e gostando eu da lenda, lá parti para a sua audição.

Comecei então com Taliesin. Surpreendeu-me a narradora ser feminina apesar do título dizer respeito a um personagem masculino, mas faz sentido. Na verdade, este primeiro livro segue duas linhas que depois se encontram. Na primeira seguimos Charis, que dá a voz na primeira pessoa em alguns momentos e daí a narradora feminina, e a queda da Atlântida; na segunda começamos por seguir Elffin e depois Taliesin.

A história em si cativou-me, ainda que em algumas partes me tenha perdido, porque o interesse também se foi esvaindo. Isto aconteceu sobretudo depois de os protagonistas finalmente se encontrarem e começarem a envolver-se romanticamente. Pode ter havido alguns revirares de olhos devido às "dificuldades" e "problemas" levantados sobretudo pela Charis. O fim pareceu-me algo abrupto.

Também me fez confusão não perceber bem a idade das personagens, sobretudo dos atlantes, nomeadamente Morgian. Tanto é uma rapariga com 3 ou 4 anos quando se dá o desastre, como depois já é uma adolescente... Mas mesmo com o próprio Taliesin... Fiquei sem perceber se as linhas de história correm paralelas (pela forma como os capítulos se vão alternando diria que sim), mas então a Charis teria 17 anos quando cai a Atlântida e o Taliesin teria quê, 7? Deixou-me muito confusa...

Mesmo assim, parti para o seguinte...

 

Audiolivro

Apesar de gostar da lenda de Artur, não sou grande fã da personagem do Merlin, foco do segundo livro do Ciclo Pendragon.

Neste o narrador é masculino e a história contada na primeira pessoa por Merlin, contudo não gostei do narrador a início, sobretudo com o nome de algumas personagens a terem uma pronúncia completamente diferente. No entanto, com a continuação lá me fui habituando e acho que o tom algo arrogante até ia bem com a personagem.

Já não gostei tanto da história deste livro como do anterior, sobretudo no que à Morgian diz respeito, o que não adivinhava nada de bom para os seguintes livros. A escrita do autor é boa, não digo que não, mas infelizmente deixa a desejar no que toca ao desenvolvimento tanto da história como, sobretudo, das personagens. O autor é muito bom a descrever batalhas, mas em tudo é muito tell e pouco show. O exemplo mais notório é com a personagem da Morgian. É-nos simplesmente dito que ela é má, com poucos exemplos dessa maldade para além do desconforto que o Merlin sente quando está na sua presença. Algo agravado no livro seguinte...

 

Começado por uma vogal (artigos não contam)

Este livro conta com o mesmo narrador, mas desta vez a história é contada por 3 personagens diferentes, focando-se as três narrativas em diferentes momentos da vida de Arthur. Infelizmente, pouca distinção existia entre a narração de cada uma, e mesmo de Merlin do livro anterior, pelo que por diversas vezes dava por mim a questionar-me quem raio estava a contar a história, até porque o meu interesse foi caindo e era mais fácil perder-me.

Como disse, este livro como o anterior é muito tell e pouco show, sobretudo no que toca à Morgian. Finalmente aqui tem-se um vislumbre de alguns dos atos de Morgian, mas passa-se tudo longe da nossa vista e sem nos ser dado a conhecer o que leva a essas ações, qual o motivo para as mesmas.

Aliás, há muita coisa que se passa longe da nossa vista. Na verdade, tudo o que parece interessante passa-se longe da nossa vista, apenas nos é dito, e quando pode ser algo que impacta a história, é rapidamente resolvido ou ultrapassado. Sim, porque o Arthur é bom em tudo e mais alguma coisa, e é o príncipe prometido, e blah blah.

E depois temos finais apressados. Morgian? Rapidamente lidam com ela quando é apresentada a Arthur. Medraut? Praticamente a mesma coisa... E depois o livro acaba! Quando começa a ficar interessante, acaba!

 

Em inglês

Poderia supor-se então que a história continuaria em Pendragon... Mas não. O quarto livro do Ciclo Pendragon volta atrás no tempo para contar algumas histórias relacionadas com Arthur. Aparentemente, pelo que pude ler aqui num comentário do próprio autor, o Ciclo seria para ser constituído por 4 livros, mas a editora entretanto mudou de ideias, o que levou ao final abrupto, pelo que este livro deveria de facto estar no volume anterior.

Contudo, sofre dos mesmos problemas, com o agravante de que tendo já lido o final, porque já foi contado em Arthur, há consequências que se adivinham porque... já sei como acaba! O único interesse poderá estar na invasão dos Vândalos e na peste, mas tirando isso, pouco interesse tem este livro, que foi o que mais me custou a acompanhar, de tal modo que nem sei se vou pegar no seguinte, até porque o audiolivro não parece estar disponível na Audible (não consigo perceber porque uns estão e outros não, e parece que acontece o mesmo com outras séries...). Também não me parece que responda às questões que os 4 livros que já li levantaram, sobretudo o primeiro volume, e que não me parece que tenham, de facto, alguma resposta, nomeadamente de onde veio Taliesin e o que levou a Morgian a ser a "vilã"...

Tinha muita curiosidade em ler estes livros pois tinha ouvido que, como as Crónicas do Senhor da Guerra de Bernard Cornwell, tentava contar a história de Arthur ligando a mesma à queda do Império Romano. No entanto, em termos de rigor histórico parece-me que também deixa a desejar. Enquanto ia ouvindo, tanto este volume como o anterior, ia pensando para comigo como talvez seria melhor voltar a reler/pegar em As Brumas de Avalon, para a parte mais fantástica da lenda, ou em As Crónicas do Senhor da Guerra, para a parte mais "realista", digamos assim, da lenda de Arthur.

07
Jul23

[Desafiam] Book Bingo para 2023 - Atualização #1

No início do ano propus-me a fazer um Book Bingo, com cartão e tudo, mas não se pode dizer que tenha progredido muito. É verdade que tive de me dedicar a outras coisas e, quando encontrava tempo para descansar, ler não era das maiores prioridades. Ainda assim fui lendo e, devagar, vou voltando à leitura. Muito devagar, sobretudo porque, por alguma razão, pegar num livro tem um efeito soporífero. Nos últimos tempos voltei a pegar em audiolivros a ver se a coisa avança...

De qualquer forma, este é o cartão atualmente preenchido.

2023bookbingo-01 (1).png

Sobre os livros...

Emprestado

Comecei por ler Uma Breve História da Igualdade de Thomas Picketty, que trouxe da biblioteca do meu local de trabalho (sim, sou uma sortuda). Já há algum tempo que queria ler algo deste autor e este pareceu-me um bom ponto de partida. Basicamente, segundo o autor "existe um movimento de longo prazo que caminha para mais igualdade social, económica e política ao longo da história" (p. 13), sendo este movimento consequência das lutas e revoltas contra injustiças, que permitem transformar relações de força e derrubar mesmo instituições apoiadas pelas classes dominantes. Contudo, e apesar de hoje haver mais igualdade do que em séculos anteriores, há ainda muito mais a fazer.

 

Autora

Li The Cloisters de Katy Hays num momento em que adormecia sempre que via alguma coisa na televisão e me estava a apetecer ler algo ambientado em museus. Para além disso, mete cartas de tarot pelo que me parecia ser uma premissa interessante. Achei-o algo previsível, mas cumpriu o seu propósito máximo, isto é, entreve-me num momento em que precisava de descansar mentalmente de outras coisas.

 

E-book

Li o anterior em e-book e como a coisa estava a resultar, parti para outro, no caso The Silence of the Girls de Pat Barker que, como que inadvertidamente, acabou por ser o ponto de partida para as leituras relacionadas com a Grécia Antiga. Este título tinha chamado a minha atenção por, supostamente, dar voz às personagens femininas da Ilíada, mas se elas têm voz, já que é Briseida que conta a história, ainda assim continua a ser contada a história de Aquiles.

 

Escolhido por outra pessoa

Em finais do mês de abril tive a oportunidade de passar uns dias de férias a Londres, pelo que uma amiga me trouxe e emprestou o livro Histórias de Londres de Enric González achando que poderia ser um bom companheiro de viagem. Acabei por ler pouco do mesmo na dita viagem, mas li-o mesmo assim. Escrito por um jornalista espanhol que viveu em Londres, dá a conhecer algumas histórias e características da cidade e mesmo dos londrinos e ingleses.

 

Não ficção

Já por aqui falei de A arte de caminhar de Erling Kagge.

 

Capa verde

Outro livro emprestado e que vinha muito bem recomendado foi Pequenas Coisas Como Estas de Claire Keegan. É, sem dúvida, uma história impactante, sobretudo na sequência das notícias de abusos da igreja e instituições ligadas aquela, como é o caso da que aqui é retratada. Apesar de ter uma belíssima escrita, confesso que no final deixou-me um pouco desapontada. Pareceu-me que tentou ser algo de Cântico de Natal, mas a mensagem no final deixou-me com sentimentos bastante contrários. Quem não se importar com spoilers pode ler aqui o que achei.

 

Escolha livre

Depois de ler The Silence of the Girls apeteceu-me continuar a explorar a mitologia/história em torno da guerra de Tróia, e tendo em casa por ler A Guerra de Tróia de Lindsay Clarke pareceu-me óbvio pegar neste título. Gostei do livro, acho que o autor fez um muito bom exercício ao tentar juntar os diversos mitos e personagens numa só história, dando-me mesmo a conhecer algumas de que nunca tinha ouvido falar, como Palamedes. No entanto, a exploração das personagens fica um pouco pela rama, talvez com a exceção de Odisseu, o que até faz algum sentido sendo que esta versão é contada por um bardo de Ítaca.

 

Não foi contabilizado, ainda, El príncipe de la niebla, o primeiro volume de La Trilogía de la Niebla de Carlos Ruiz Zafón. Como o livro que tenho une os três títulos da trilogia, só penso contar como concluído, e assim para o cartão na categoria "em espanhol", quando acabar os dois que faltam.

12
Jun23

[Desafiam] Leituras relacionadas com a Grécia Antiga

Não me bastava ter pensado em fazer um Book Bingo, tinha de me lembrar e tentar fazer, novamente, uma temporada temática. Digo novamente porque, apesar de ainda não ter feito nenhuma por aqui, era pró em fazer coisas destas na coisa antes, mesmo que muitas vezes acabasse por ser um fracasso... Esta é possivelmente mais um falhanço, mas quem sabe até resulte. Pelo menos estou entusiasmada (também estava nas vezes que foi um falhanço, mas coloquemos isso de lado)!

Apesar de ter uma licenciatura em História, variante de Arqueologia, nunca fui grande coisa em História da Antiguidade Clássica - na verdade, sempre achei mais piada a Idade Média e Moderna - e tenho uma enorme lacuna no que a escritos da época ou relacionados com a época diz respeito. Leituras para as aulas? Ah! O meu eu com 18-20 anos precisava lá disso... Na verdade, precisava e dá para perceber o porquê de a média de conclusão da licenciatura ser baixa... Mas acho que estou a fugir do ponto.

Ora, conheço alguns dos mitos e, por alguma razão que hoje me escapa, durante a pandemia ouvi um podcast sobre Antiguidade Clássica, chamado That's Ancient History, que me levou a querer aprofundar alguns desses mitos mediante os escritos da época, como as peças de teatro. Claro que com um mestrado à perna não deu para aprofundar as tais coisas, pelo que este pareceu-me um bom momento para o fazer.

Já li O Silêncio das Mulheres de Pat Barker, que como que acabou por ser o ponto de partida para este desafio, uma vez que durante a leitura comecei a pensar no que tinha por casa e que poderia ler a seguir para aprofundar os meus conhecimentos sobre a Guerra de Tróia ou sobre a Grécia Antiga. Pensei que tinha a Ilíada, afinal tinha 2 versões da Odisseia, mas não queria ler a Odisseia sem ler a Ilíada e comecei a ver o que tinha por casa.

Em livro:

  • A Guerra de Tróia de Lindsay Clarke (que estou a ler neste momento)
  • Ilíada de Homero (entretanto comprada na Feira do Livro)
  • Odisseia de Homero
  • Troilus and Cressida e Timon of Athens de Shakespeare (tenho uma edição com todas as peças e já li Midsummer's Night Dream, penso que pode haver mais alguma)
  • Pandora's Jar: Women in the Greek Myths de Natalie Haynes
  • Presságio de Fogo de Marion Zimmer Bradley
  • The Histories de Heródoto
  • O Banquete de Platão

Em e-book:

  • 1177 B.C.: The Year Civilization Collapsed de Eric H. Cline
  • A República de Platão

Como se pode ver, não tenho as peças de teatro, que seria o que mais gostava de ler, mas há sempre as bibliotecas, logo se vê se as uso até porque devo de encontrar muitos outros títulos que me despertam a curiosidade, como A Odisseia de Penélope da Margaret Atwood. No entanto, aqui fica a minha declaração de intenções.

 

Editado a 18 de janeiro de 2024, tendo sido riscados os títulos que já li e acrescentado links para as publicações onde falo sobre eles.

30
Mai23

[Li] "A arte de caminhar" de Erling Kagge

Em 2017 li, do mesmo autor, Silêncio na era do ruído e, sempre que falo dele, descrevo-o como um livro de autoajuda, mas com uma escrita melhor. Acho que já não posso dizer o mesmo deste.

300x (1).jpg

Retirado daqui.

Talvez esteja numa outra fase da minha vida... Quer dizer, não é talvez, estou sem dúvida numa outra fase da minha vida, e de momento já não me presto tanto a chavões e frases feitas, apesar de ainda ter marcado bastantes na leitura. Mas acho que o problema é que pretendia uma outra coisa do livro, mais a experiência de caminhar e não tanto ponderações "filosóficas", ou como é necessário caminhar pelas mais diversas razões. Já o sei.

A caminhada sempre foi algo que fiz, mais não seja como meio de locomoção, mas só de 2020 para cá me tenho vindo a interessar verdadeiramente pela ação e benefícios, sobretudo a nível mental, da mesma. Dei por mim nos últimos tempos a procurar livros sobre o tema, já tenho alguns agora falta meter pés ao caminho, por assim dizer.

01
Jan23

[Desafiam] Book Bingo para 2023

Há já algum tempo que a leitura não me acompanha, como era costume, pelo que decidi mudar isso este ano.

Apesar de a leitura não me acompanhar, têm-me acompanhado as compras e mesmo alguns (na verdade, muitos) empréstimos de colegas leitoras. Inspirada pelos grupos de leitura a que elas pertencem, mas sem de momento me querer comprometer com grupos do género, resolvi voltar a apostar num Bingo Literário para 2023.

Andei a ver o que tinha cá por casa e resolvi fazer um cartão à minha medida.

2023bookbingo (1).png

E assim também me desafio a ler 25 livros no Goodreads.

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