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Coisas que...

Coisas que...

19
Ago17

[Penso] Adoro livros...

Carla B.

mas meu Deus parece que eles se multiplicam cá por casa e o espaço é diminuto! Cada vez mais me inclino para utilizar bibliotecas ou dar mais uso aos livros eletrónicos, pois a verdade é que o formato não me desagrada e não sou assim tão apegada aos livros. Gosto de ter os meus favoritos, aqueles que sem dúvida irei reler vezes sem conta, e por isso nem me importo de ter diferentes edições de um mesmo livro, como tenho de Persuasão da Jane Austen.

 

Mas outros há que agora pego neles e não me lembro porque, como e quando me vieram parar às mãos. Quer dizer, muitos até sei mas agora tenho pouco ou nenhum interesse em pegar-lhes. E posto isto, decidida eu a desfazer-me deles, estou um pouco indecisa quanto ao modo, pois alguns foram dados/oferecidos, outros trocados, alguns foram comprados, e por isso não sei se hei-de passá-los a outros, doá-los a uma biblioteca ou tentar vendê-los.

09
Ago17

[Penso] Este ano...

Carla B.

tem passado a correr. A sério, não dou pelos meses passarem e foi preciso estar a fazer o arquivo do meu trabalho (num momento de acalmia antes de ir de férias por forma a não começar grandes projectos mas também para antecipar o momento de stress que sempre parece anteceder os relatórios que sei que tenho que vir a entregar no final/início do próximo ano), para me aperceber do quanto tem passado ao meu lado, sem eu me ter dado conta, mas também me aperceber de pequenas vitórias pessoais.

Se soubessem o quanto feliz me senti ao ver, no meu calendário mensal, a nota "fui a um museu sozinha!".. Foi no âmbito de um trabalho de mestrado, é verdade, mas para quem raramente vai sozinha onde quer que seja, porque acha que com companhia é que certas coisas são desfrutadas (idas a cinema, cafés, a museus...) foi um grande passo.

Se soubessem como me senti em paz ao ver que foram realizadas actividades sem a minha pessoa. Sim, é estranho até porque eu sei que ninguém é imprescindível no local de trabalho, há sempre alguém para ocupar o lugar ou fazer o trabalho. Mas volta e meia parece que me esqueço e fico com a mania de querer fazer tudo e de estar em todo o lado ao mesmo tempo. Verificar que houve coisas que aconteceram enquanto eu própria andava ocupada com outras coisas minhas, deu-me uma sensação de paz.

Coisas parvas, coisas poucas, mas se soubessem o quanto me fez bem...

07
Ago17

[Penso] Enquanto leio...

Carla B.

Ler livros do J.G. Ballard é como olhar para um acidente e não conseguir desviar o olhar. Em Crash é quase que literal.

Não sei o que é que a sua escrita crua, e neste caso praticamente pornográfica, tem de especial. Não sei como consegue enojar-me e deleitar-me ao mesmo tempo. Não sei o que tal poderá dizer sobre mim.

Mas sei que quero mais. Que quero ler tudo o que escreveu. Que quero parar o que estou a fazer e dedicar-me à leitura (sem adormecer de tão cansada como chego ao fim do dia).

Já com Arranha-Céus senti o mesmo. Agora vou a meio de Crash e continuo a achar o mesmo. Nunca vou conseguir descrever de forma coerente o que a escrita de Ballard me faz sentir, pensar. Nunca vou conseguir exprimir porque e como se tornou num dos meus autores favoritos.

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