Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Coisas que...

[Acontecem] Turistas e museus

por Carla B., em 13.04.15

Quando eu viajo tento informar-me o melhor que posso sobre o que há para ver no local para onde vou. Isso inclui saber em que dias os museus estão fechados para então fazer um plano.

 

Acho que faço parte da maioria mas todas as segundas feiras me pergunto se realmente isso assim é.

 

Trabalho num museu e é normal às segundas feiras acabar por apanhar um bocadinho de ar à porta do mesmo, porque apesar de fechado ao público há outros sectores que fazem a sua vida normal, de segunda a sexta. No entanto, o espaço expositivo é encerrado porque há serviços e trabalhos, de conservação, monitorização e limpeza, que são impossíveis de fazer com visitantes. E acontece o mesmo com todos os museus europeus. Se me perguntarem, mas é preciso fecharem TODOS no mesmo dia da semana? Se calhar não mas isso depende da tutela e é uma questão em que não me meto.

 

Mas dizia, parece que muitas das pessoas que visitam Lisboa, nomeadamente a zona onde trabalho, não faz o trabalho de casa porque a quantidade de turistas que me pergunta se pode visitar o museu e outros monumentos da área, e que depois se queixam de estar tudo fechado, é um pouco alarmante. E resulta em algumas situações caricatas:

Turista: Podemos visitar o museu?

Eu e colega: Não, hoje o museu está fechado. Os museus e monumentos portugueses fecham à segunda feira.

Turista: Ah pois, eu bem tinha lido que fechavam mas não percebi que fechavam mesmo.

Eu e colega:  Mas fecham mesmo, sim.

Turista: Pois, também acontece o mesmo no meu país.

Eu e colega: Sim, é prática comum pelo que podemos perceber.

Turista: Mas realmente não me tinha apercebido que fechava mesmo.

Eu e colega: ....

Turista: ... *vai-se embora*

 

Até com a coisa estudada...

[Pondero] De momento #6

por Carla B., em 12.04.15

A ler // Esta semana terminei 3 livros! \o/ Há muito tempo que não lia tanto numa semana, parece-me. E não digo só em termos de livros, porque os há de todos os tamanhos, mas em termos de páginas. Eu li à volta de 600 páginas. Numa semana... A sério, parece que não faço um feito destes há meses. 

 

Acabei A Relíquia do Eça. Continuo a preferir o conto Civilização mas o seu retrato da sociedade portuguesa no séc. XIX é delicioso! Começo a ganhar confiança para ler todo o resto da sua obra. Depois seguiu-se um livro da Julia Quinn, o sexto livro dos Bridgerton e que por cá tem o título de A Bela e o Vilão. *abana cabeça em vergonha* Onde raio vão buscar os títulos, e as capas já agora? Por fim, li o primeiro volume da trilogia Midnighters, da autoria de Scott Westerfeld. Geralmente gosto das ideias dos seus livros e este não foi excepção, pena é que enquanto a construção daquele mundo é bem desenvolvido, pouca acção realmente aconteça e aconteça num curto período de tempo. Mas conseguiu manter-me interessada pelo que vou ler o segundo livro.

 

A ver // Ora, esta semana estive em casa de férias e fui vendo episódios soltos das mais diversas séries. Mas não houve nada que realmente me puxasse grande atenção.

 

A ouvir // Se não vi grande, posso dizer que em termos de audição foi bem melhor. Aproveitei para fazer algumas limpezas de primavera, apesar do tempo não ter estado grande coisa, e coloquei grande parte do podcast Fangirl Happy Hour em dia. Só o conheci aqui há umas semanas atrás mas rapidamente se tornou um dos meus preferidos e a seguir religiosamente.

 

A bloggar // Como tive mais tempo disponível fui escrevendo por aqui e concluí a mudança para este cantinho, deixando o outro. Ele ainda lá continua, não me arrependo do que fiz por lá, mas sentia que já não era eu. Continuo sem saber explicar o porquê mas talvez já não me revisse no propósito com que o criei e com que o mantinha? A sério, não dá para explicar.

 

A adorar // A semana sem stress, em que não fiz muito do que me tinha proposto a fazer mas descansei. E como me soube tão bem o descanso. *suspira de forma feliz*

 

A antecipar // O regresso ao trabalho. Não tanto em termos de "OMD o trabalho que me deve esperar!" porque deixei coisas adiantadas e uma série de outras coisas fechadas, de modo que (a não ser que tenha caído o Carmo e a Trindade numa semana e meia) não devo ter muita coisa para pôr em dia, mas é mais uma coisa de como vou encarar projectos que sei que se avizinham. Não quero andar novamente numa pilha de nervos e quero fazer-me ouvir, com mais confiança para mostrar que também tenho opiniões válidas.

 

A comprar // Adoro alguns dos filmes mais antigos que se debruçam sobre temas religiosos e períodos históricos, por isso, porque não me canso de ver alguns e porque há algum tempo que não vejo outros, comprei "Ben-Hur", "Os Dez Mandamentos" e o "Cleópatra". Também trouxe "Estrada de Fogo" por causa da música Nowhere Fast. Sim, eu compro filmes por causa de músicas...

 

A querer // Desfazer-me de alguns livros. Já vinha a pensar nisto há algum tempo, até porque nunca fui de me afeiçoar muito a livros, pelo que me ia desfazendo de livros que pouco ou nada me dizem e que sei não terem interesse para a minha mãe. No entanto, lia sempre os livros de que me desfazia ou pelo menos lia o primeiro volume, no caso de séries. Acontece que, e isto aconteceu-me enquanto pensava num livro para ler após ter acabado a leitura de A Bela e o Vilão, o excesso de escolha bloqueou-me. O que escolher no meio disto tudo? Porque há livros que TENHO de ler, há livros que GOSTAVA de ler, há livros que DEVIA ler... e por aí fora. Acabei por decidir que escolheria um de uma determinada estante, de preferência fantasia, género que não tenho lido recentemente. Mas ainda estive um ou dois dias a ponderar em qual pegar.

 

Depois de uma conversa com a amiga de sempre e de ler isto, lá me decidi e coloquei uma série de livros que tenho plena consciência que não vou ler num daqueles sacos enormes de compras. Próximo passo, ir a uma livraria de livros em segunda mão e ver se os querem comprar. Com isto consegui fazer com que uma prateleira deixasse de ter livros em duas filas e sinto-me um pouco mais leve. As escolhas deixam de ser tantas e passam a ser aquilo que eu sei que quero ler. Aqueles que me recordam de porque é que os comprei, qual foi o motivo que me levou a querer lê-los.

[Desafiam] 52 semanas - #2 Eu nunca...

por Carla B., em 11.04.15

Fumei

 

E não é algo que queira fazer ou tenha sequer curiosidade em experimentar. Não sou um exemplo a seguir no que toca a cuidados a ter com a saúde (tenho melhorado nos últimos tempos, não muito mas vou fazendo um esforço ), mas este é um hábito que não tenho. YESH! \o/

 

Fui ao cinema sozinha

 

Mas devia, já que muitas vezes não tenho companhia e há filmes que são bem melhores quando vistos numa tela enorme! Não sei bem porquê, mas acho que indo sozinha não é uma experiência completa. Eu vejo muito bem filmes sozinha em casa, mas num cinema parece que é suposto ir-se com companhia. É preciso falar (ainda que muito baixinho) durante o filme e discuti-lo quando se sai da sala. Talvez seja apenas uma questão de hábito e começando a ir sozinha, nunca mais queira ir acompanhada...

 

Vi o "Casablanca" e uma série de outros clássicos do cinema

 

Não sei porquê, há ocasiões em que não consigo apanhar os filmes do início (ok, isto era um problema maior antes e tenho alguns em DVD pelo que nem sempre esta questão se coloca) e não é pelas histórias ou representações, qualidade de imagem e sei lá que mais. Acho que é mesmo algum receio de ter enormes expectativas que depois não se confirmam. Não gosto de ser a pessoa que diz "meh... estava à espera de mais". E isto é também válido para livros.

 

Fiz um cruzeiro

 

Apesar de ser um dos meus sonhos. No entanto, e se andar de barco no Tejo serve de exemplo, não me parece que fosse recordar muito da viagem, ou recordava pela negativa, por não ter desfrutado do mesmo devido a enjoo.

 

Estrelei um ovo

 

Ah ah! É verdade! Mas vai daí sou intolerante, posso comer coisas que contenham ovo mas não muito (pelo que muitas vezes comer uma bola de Berlim se assemelhe a jogar à roleta russa), mas ovo mesmo está completamente fora de questão. Além disso, cá em casa não vai sendo preciso cozinhar (yay!), até porque eu não sou a melhor amiga das panelas (eu é mais bolos, com poucos ou nenhuns ovos), e assim nunca estrelei, escalfei, cozi ou mexi ovos.

[Acontecem] Pilha de livros

por Carla B., em 07.04.15

Isto é o que está em cima da minha mesa de cabeceira mas só porque não cabem nas estantes, onde estão (muitos) outros livros por ler, já que os lidos têm um outro espaço (que é como quem diz estão guardados num baú). Para não os ter espalhados pelo chão, estão muito bem empilhados uns em cima dos outros fazendo esta torre...

Na mesa de cabeceira

É das coisas que tenho em mente para evitar comprar mais livros (outras aqui). Quero mesmo adicionar mais livros a esta pilha? (Quer dizer, querer quero mas não convém, não é? Ou arrisco-me a uma avalanche livresca...)

[Penso] Ler em português

por Carla B., em 06.04.15

O último SLNB debruçou-se sobre autores lusófonos, tema de que pouco ou nada sei e não foi preciso o mês ter sido dedicado a tal coisa para me aperceber de tal. E mesmo o facto da Roda dos Livros ler e falar de autores portugueses, aparentemente bons autores portugueses, pode ter contribuído para o agudizar do sentimento de que estou a fazer alguma coisa de errada ao não conhecer praticamente nenhum nome dos autores contemporâneos, mas essa insatisfação, esse reconhecimento é algo que já vinha de trás.

 

Parece haver, instintivamente, algo que me afasta de autores que escrevem em português. Mas porquê? Terá sido o 'trauma' das leituras obrigatórias? O sentimento de que o que vem lá de fora é que é bom? A ideia de que a literatura por cá feita é para uma camada da população em que não me insiro? Essa elite letrada que desdenha o que as massas gostam? O facto de não haver histórias que me satisfaçam?

 

Mas como posso comprovar o último ponto se não leio? E porque não leio se já acho que mesmo no mercado anglo-saxónico só encontro mais (e mais e muito mais) do mesmo?

 

Após ter lido Eça e Mia Couto sinto que finalmente encontrei, se não a razão que me afasta, pelo menos as motivações que me vão (ou pelo menos espero fazer por isso) aproximar das leituras em português. Qualquer 'tipo' de português. E são elas:

  • a aproximação à realidade portuguesa - sinto que às vezes sei mais dos problemas e de como vive/viveu a sociedade anglo-saxónica, e apesar de muitas vezes os temas serem transversais a qualquer lugar e época, há detalhes que acabam por ser muito nossos dando uma outra dimensão à narrativa;
  • a musicalidade e a versatilidade da língua portuguesa - gosto de inglês, sinto que é uma língua que, como diriam os Clã, "fica sempre bem e nunca atraiçoa ninguém" mas o português também tem musicalidade nos seus vários 'sotaques' e talvez até uma maior versatilidade que o inglês. Acaba por ser uma enorme pena não o conhecer tão bem, porque sinto que desta forma não o domino como é suposto.

 

Agora só falta mesmo pôr a coisa em marcha. Atirar-me aos livros que tenho cá por casa e ler, para depois me debruçar sobre muitos outros. De modo suave, que uma mudança brusca de hábitos literários pode ter consequências nefastas para a mudança dos mesmos, mas se conseguir ler mais autores lusófonos do que li em anos anteriores (que deve perfazer a média de 1 ou 2 por ano) já não será uma batalha perdida.

[Pondero] De momento #5

por Carla B., em 05.04.15

A ler // Continuo a ler A Relíquia de Eça de Queirós, mas acho hoje sou capaz de avançar bastante ou mesmo acabar, uma vez que vou a meio do livro e a televisão não parece oferecer nada de jeito, pelo menos após ter dado uma vista de olhos pelos programas a emitir durante a tarde. Claro que convém eu sair do computador e talvez deva desligar o telemóvel. Sou só eu a sentir que começa a ter uma menor capacidade de concentração?

 

A ver // Estou de férias, o que significa tempo para ver filmes e séries! \o/ Até agora tenho visto sobretudo filmes que tenho apanhado na televisão, onde destaco o "Pulp Fiction". Acho que superei o trauma. Sim, tinha um trauma associado ao filme. Experimentem ser uma moça nova e impressionável e na véspera de irem levar uma injecção, coisa que nunca foi das que mais gostei de fazer, vêem a cena da injecção de adrenalina... Ah pois... trauma! Mas o filme está bem conseguido, até porque sou uma sucker por histórias que se cruzam de alguma forma.

 

A adorar // O tempo livre!

 

A antecipar // A semana que tenho pela frente. Acho que já descansei o suficiente, agora devia começar a fazer coisas como: arrumar o armário, fazer as limpezas da primavera, sair de casa e passear... Tenho que realmente fazer a tal lista de "coisas a fazer em férias".

 

A ponderar // Já ando a pensar nisto há algum tempo mas o certo é que tenho receio de pagar por um serviço que depois não vou usar com frequência. Gosto de audiobooks, não que os oiça com tanta frequência nos últimos tempos, mas será que um serviço como o da Audible seria um bom investimento? Cerca de 15€ por mês (talvez até menos devido à taxa de câmbio) dá direito a um audiobook e desconto em muitos outros durante esses 30 dias, é coisa que compense?

[Desafiam] 52 semanas - #1 Coisas que me fazem ficar feliz

por Carla B., em 04.04.15

Família

 

Volta e meia sou capaz de me queixar deles, ninguém é perfeito e a vivência em comum às vezes parece colocar a paciência à prova, mas sem eles não seria feliz como sou. Estão sempre lá, nos bons e maus momentos, aturam-me quando estou insuportável (sim, tenho os meus dias) e mais ninguém quer saber.

 

Trabalho

 

Também tem dias complicados (que se prolongam por semanas e até meses) mas dá satisfação. Se não tanto as pessoas, ainda que haja um grupo bem porreiro, pelo menos o que faço vai dando-me gozo. Gosto de mexer em coisas, livros e objectos com séculos de existência, e é isso que vou tendo oportunidade de fazer pelo meio de outras tarefas mais "burocráticas" e de divulgação. Para além disso não estou parada e há sempre coisas diferentes para fazer (nem que seja limpar ou catalogar coisas) e aprender. Enquanto houver disso, o trabalho vai-me fazendo feliz.

 

Livros

 

Não todos os livros que existem, porque alguns só me apetece atirar à parede, mas aqueles que de alguma forma me tocam. Seja pela história, por uma personagem que se torna especial, seja pelo momento em que o li ou uma frase magnificamente escrita.

 

Silêncio

 

Parece que há quem tenha medo dele e o tente encher com conversas que não têm qualquer tipo de tema ou interesse. Eu aceito o silêncio. Ajuda a colocar a cabeça em ordem, a prestar atenção ao que se passa à minha volta. Num "mundo que não consegue parar de falar" parece que começa a ser raro e, por isso, cada vez mais precioso.

 

Chá e bolinhos... ok, pronto... a comida de um modo geral

 

Para começar, chá e bolinhos é algo reconfortante. É o início de dia perfeito ou o que redime um dia francamente mau para os nervos. E depois em termos de comida em geral, temos aquelas refeições fantásticas. Seja porque é um dos nossos pratos favoritos, descobrimos um novo restaurante que tem aquele doce divinal, ou porque o almoço/petisco com amigos e/ou família demora toda uma tarde porque se está em amena cavaqueira.

[Encontro] Disney

por Carla B., em 03.04.15

Encontrei este vídeo no /Film, onde também apresentam um relativo à DreamWorks, mas não podia deixar de o colocar aqui porque diz respeito à Disney...

 

 

É engraçado ver como as variações se adaptam aos filmes que apresentam, mas tenho que dizer que a introdução utilizada pela primeira vez em 1985 continua a ser a que, para mim, pronuncia que algo de mágico está para começar.

[Pondero] Março 2015

por Carla B., em 01.04.15

Pensei deixar de fazer um balanço mensal, uma vez que estou a tentar fazer semanalmente, mas balanços nunca são demais. É um olhar para trás e analisar o que passou, o que sentimos, e aprender com o que vivemos.

 

Ora, eu vi uma parte de um projecto chegar ao fim, ainda que tenha acabado por não ver o resultado final. Diz que há possibilidade de vir a ver mas não estou a contar com isso. Aprendi a não contar com o ovo no cu da galinha e que vou ter sempre decepções. E é engraçado, porque já julgava que tinha aprendido tudo isto mas, com o andar da carruagem, uma pessoa volta a ganhar expectativas e pensa que talvez as coisas mudem para que não sejam como parecem ser sempre, apenas para levar com uma valente chapada da realidade. Resta-me não voltar a cair em falinhas mansas e, sobretudo, falar quando não concordo e quando vejo algo a apontar. Não é que me oiçam ou dêem qualquer tipo de valor ao que quer que digo, em muitas situações parece que entra por um ouvido e sai pelo outro, mas se não falar então é que nunca serei ouvida, não é?

 

De resto, o mês foi passado num stress quase constante, com os nervos (literalmente) à flor da pele, com o eczema a contribuir para as dores de cabeça. Parece que a tempestade já passou, não que venham tempos de bonança mas sinto-me um pouco mais preparada para o que está para vir. Isto fez com que não tivesse grande paciência para leituras e mesmo para filmes, apesar de ter visto alguns. Nas últimas semanas também perdi alguns episódios da única série que seguia, "The Strain", mas espero colocá-la em dia e entretanto começar outras, até porque «Winter is Coming!»


Livros lidos:

  1. O Amor e o Poder (O Primeiro Homem de Roma, #1) de Colleen McCullough;
  2. A Chuva Pasmada de Mia Couto.

Filmes vistos:

  1. "O Último Samurai";
  2. "Legião";
  3. "Mentiroso Compulsivo";
  4. "Roxanne";
  5. "WALL.E";
  6. "Coração de Dragão".

Compras:

Livros:

  • Génio: os 100 autores mais criativos da história da literatura de Harold Bloom;
  • A Bela e o Vilão (Bridgertons, #6) de Julia Quinn;
  • Persuasão de Jane Austen.

Filmes:

  • "O Desaparecimento de Eleanor Rigby" ( pack de 3 DVDs)

 

Artigos que me chamaram a atenção:

Como não pensei que fosse fazer uma coisa destas, não mantive um registo. Fica para a próxima. 

Pág. 2/2